terça-feira, 30 de junho de 2009

Ice Care na Suiça / in Switzerland

Entre 19 e 27 de Junho de 2009, percorremos 641km em bicicleta, de Paris a Lauterbrunnen (Suiça) e andámos 13 horas e meia para atravessar o glaciar Aletsch.
No dia 18 encontrei-me com o Zé Maria às 11 da noite em Paris (depois de percorrer 54 km em bicicleta até Berna para aí tomar o TGV até à Gare de Lyon e percorrer os 9 km que me separavam do Hotel). No dia 19 reunimos com responsáveis dos Sitios Naturais Património da Humanidade, na UNESCO, após o que partimos nas bicicletas …. Após 5 dias e meio a pedalar, com duas das noites mais bem dormidas passadas ao relento e um jantar de esparguete oferecido por uma amiga em Berna, chegámos a Lauterbrunnen. Foi no dia 24 à tarde. Às 6 da manhã de dia 25 já subiamos ao Jungfraujoch para descer e atravessar o mais longo glaciar da Europa – o Aletsch. O guia, Herb (Grindelwald Sports), conduziu-nos por entre as fendas do glaciar e contou-nos interessantes histórias. Na rocha, junto às escadas de acesso ao refúgio Konkordia, colocámos uma placa assinalando o nivel do glaciar. Recolhemos dados, fizemos fotografias, medimos as coordenadas de pontos do glaciar e constatámos a sua redução em altura: - 30 metros desde 1965. No dia 26 descemos da montanha para Fiesch (em Wallis) e reunimos com um representante da WWF, em Brig. Ao final do dia chegávamos de novo a Lauterbrunnen, exaustos, para fazer um balanço e comemorar o resultado da primeira expedição Ice Care, e preparar o regresso apressado a Portugal. Um resumo desta viagem faz parte do meu proximo livro ...Between the 19th and the 27th June 2009, we rode 641 km on our bicycles, from Paris to Lauterbrunnen (Switzerland), after which we’ve walked 13 hours to cross the Aletsch glacier.
On the 18th I met Zé Maria at 11pm, in Paris (after riding 54km to get to Bern and catch the TGV till the Gare de Lyon, where I rode another 9km to reach the hotel). On the 19th we met with dignitaries from the UNESCO, responsible for the World Patrimony Natural Sites, after which we’ve started riding our bicycles to Switzerland …. After 5 and a half days riding, with two nights well spent under the stars and a spaghetti dinner offered by a friend in Bern, we’ve arrived in Lauterbrunnen. It was the 24th of June. At 6am the next morning we were walking up the mountain to reach the Jungfraujoch and walk down to cross the longest glacier in Europe – the Aletsch. Our guide, Herb (Grindewald Sports), lead the way around the crevasses of the glacier and told us interesting stories. On the rocks, next to the stairs that give access to the Konkordia Hut, we have drilled and placed a sign marking the present level of the glacier. We’ve collected information, took photos, measured coordinates of certain spots of the glacier and realized its reduction in height: - 30 meters since 1965. On the 26th we walked down the mountain to Fiesch (in Wallis) and met with the delegation of the WWF in Brig. By the end of the day, we were back in Lauterbrunnen, exhausted, for a first analysis and to commemorate the results of the first Ice Care expedition. After this, some of us had to go quickly to the airport to return to Portugal. The story of this journey will be part of my next book ...
See more fotos in my Facebook album.

domingo, 24 de maio de 2009

Portugal Bike Tour 09













Atravessar Portugal em bicicleta ?!? Treino de preparação, divulgação de um projecto, promoção de um livro, revisitar uma pessoa amiga, fotografar as Aldeias Históricas ??? Todos estes motivos podiam fazer parte da lista que deu origem à minha volta em bicicleta, mas o objectivo central era um único: chegar a Chaves a pedalar!
A 14 de Maio parti de Setúbal num ferry da manhã. Em Tróia comecei a pedalar, a pedalar, a pedalar, … Por 8 dias sem parar! Até que, ao fim de quase 1.000 km, cheguei a Chaves !?! Claro que os meus planos se foram alterando e adequando pelo caminho. Alguns motivos foram ficando para trás enquanto outros ficavam mais definidos. O objectivo último mantêve-se.
Queria atravessar Portugal, do Algarve a Bragança, mas ao meter-me por caminhos secundários e em mau estado percebi que isso me levaria a necessitar de muito mais tempo do que o tempo disponível. Então, em vez de alcançar a barragem de Santa Clara (fronteira com o Algarve) comecei a derivar para sudeste por alturas de Ourique. Cheguei a Almodôvar e apenas espreitei a Ribeira de Vascão, antes de girar para norte e continuar por Mértola. Segui sempre junto à fronteira. Também por escassez de tempo, retirei Bragança do plano e, a partir de Figueira de Castelo Rodrigo, pedalei directo a Chaves.
Como treino de preparação (componente física, equipamento e logistica) este tour revelou-se útil. É que quero estar em forma para a travessia Paris-Berna de 600km que eu e o Zé Maria vamos percorrer dentro de 3 semanas, no âmbito do projecto Ice Care. Este projecto de desporto de intervenção (http://www.icecare.org/), levar-nos-á a cumprir determinadas travessias para terminar nos 5 glaciares definidos pela UNESCO como estando em perigo de derreter (as suas localizações: Sitio Natural Jungfrau-Aletsch-Bietschhorn, na Suiça; Mount Kilimanjaro National Park, na Tanzânia; Ilulissat Icefjord, na Groenlândia, Dinamarca; Sagarmatha-Everest National Park, no Nepal; Parque Nacional Huascarán, no Peru). Nestes Parques pretendemos registar e dar a conhecer a acelerada contracção que os glaciares têem vindo a sofrer.
O equipamento Berg, Silva e TrangoWorld, cedidos por empresas apoiantes, tinha que ser testado em condições reais, ajustado e optimizado. A condição física e a logistica, uma semi-autonomia com etapas de duração superior a 100 km, tinha que ser comprovada. E foi!
A divulgação directa do projecto Ice Care, não fazia muito sentido no interior do país onde uma população mais envelhecida tem menos acesso à internet (o nosso meio de divulgação por excelência). Se consegui captar a atenção de 4 ou 5 pessoas, já foi muito. De certeza uma ou duas seguirão o nosso site e blogs.


Promover o livro “Aventura ao Máximo”, que recentemente escrevi, teria pouca expressão, pelo pouco tempo que parei em cada lugar. Mas transportar um exemplar na mochila para oferecer a uma pessoa querida que havia cuidado de mim em criança e a viver em Chaves, foi uma forte motivação e determinou o ponto de chegada. Sim, revisitar uma pessoa que não via desde há muitos anos parece-me o melhor dos motivos para justificar o destino … Quanto às Aldeias Históricas, algumas ficavam em caminho e não resisti a parar para uma fotografia. Outras, a apenas alguns quilómetros fora de rota (Marvão, Sortelha, Monsanto), ficaram para outras núpcias pois mesmo pequenos desvios em terrenos desnivelados como os das Beiras, como cedo percebi, comprometiam o esforço físico diário requerido.
Os meus repetidos agradecimentos aos Bombeiros de Portalegre e de Vila Flôr (respectivamente ao Sr. Alberto e ao Sr. Comandante), e ao Quim, dos Bombeiros de Idanha-a-Nova, grande fã do ciclismo, pela disponibilidade e apoio prestado. Mais fotos: http://www.facebook.com/home.php?#/album.php?aid=117593&id=613684777&ref=mf

Etapas
1- Tróia-Ourique (via Santiago do Cacém, 135km); 2- Ourique-Mina de S. Domingos (via Almodôvar e Mértola, 117km); 3- Mina S.D.-Monsaraz (via Mourão, 126km); 4- Monsaraz-Portalegre (via Jerumenha, 108km); 5- Portalegre-Idanha-a-Nova (via V.V. Ródão e Castelo Branco, 128km); 6- Idanha-Almeida (via Penamacor e Sabugal, 125km); 7- Almeida-Vila Flôr (via Castelo Rodrigo e V.N. Foz Côa, 100km); 8- Vila Flôr-Chaves (via Mirandela e Valpaços, 76km); A duração de cada etapa variou entre as 9 e as 12 horas diárias, sendo que o tempo efectivo a pedalar foi, em média, superior a 7 horas.

Equipamento
TrangoWorld: roupa de montanha (polar e impermeável) e material de campismo (saco cama ‘Mountain TR 30’ e colchonete auto-insuflável ‘skin micro-lite’); Berg (bicicleta Torah 9.5, capacete Raden e acessórios); Dual Brand (bússola e frontal Silva, canivete multifunções Gerber).

segunda-feira, 30 de março de 2009

Trecho do novo livro ‘Os Novos Exploradores e a Aventura dos Sentidos’

Segundo o ‘Índice Planeta Feliz’ de 2006, da Fundação Nova Economia, com toda a relatividade de uma medição desta natureza, os países ricos do norte da América e Europa apresentam, sem surpresas, os mais altos índices de felicidade ("Muito feliz"). Dinamarca e Suiça encabeçam a lista. Estudos demonstraram uma relação directa entre o nivel de educação de uma população e a sua felicidade. Poderiamos intuir aqui, também, uma relação entre riqueza material e felicidade …. No entanto, alguns estados insulares (ilhas das Caraíbas, Malta, Seychelles, ilhas do Pacífico), além de Emiratos Árabes, a Nova Zelândia, a Malásia e o Butão, surgem também entre os 25 primeiros. A China, que apresenta um rating de "Feliz", parece estar a atravessar um momento de grande crescimento económico e ainda maior de degradação ambiental - um estado de frenesim, contraditório com a imagem tradicional do estilo contemplativo do seu povo, com a prática do Tai Chi, com as filosofias confúcianas e budistas, e com o velho provérbio: "Se queres um ano de prosperidade, planta trigo. Se queres dez anos de prosperidade, planta árvores. Se queres cem anos de prosperidade, educa as pessoas". Ou talvez os chineses estejam a apostar sómente nos 10 anos de prosperidade …!?
De acordo com o documentário ‘Os rios e a vida - Yangtze’ (in, canal NG, 07.10.08), o sistema politico chinês exige "o sacrifício pessoal em nome de um bem maior". Isto significa: ‘sacrifica-se o povo e sacrifica-se a paisagem’ … Em 1998, as cheias do rio Yangtze alcançaram um recorde de 53 metros de altura, inundando uma área igual à da Nova Zelândia. Este facto obrigou à deslocação de 14 milhões de habitantes e originou custos de 30 mil milhões de dólares. Por outro lado, pressionou a decisão de construir a Barragem das Três Gargantas, com mais de 100 metros de altura e 2 km de largura, para domar as águas do Yangtze. A nova barragem, a maior alguma vez construida, vê-se do espaço e, como tal, é considerada ‘a segunda Muralha da China’. O projecto, que empregou 20.000 pessoas e custou 20 mil milhões USD, não deixa de ser controverso. A sua capacidade de controlar as águas é contestada, nomeadamente porque está construida sobre uma fenda geológica e porque, como assinalaram cientistas, o peso do reservatório pode provocar o efeito de um tremor de terra se a barragem ceder, o que originaria uma catástrofe com 75 milhões de habitantes em perigo. Em 2004 o nivel da água subio 50 metros a montante da barragem, provocando o desaparecimento da zona antiga da cidade de Vuhan. 1000 zonas arqueológicas foram também perdidas, bem como terras ricas para a agricultura e sustento de muitas familias.
A China está a ser urbanizada (em especial as novas cidades nas margens do Yantze) mais depressa do que qualquer outro país. O crescimento económico trazido pela barragem das 3 gargantas produz agora uma poluição descontrolada que está a destruir o rio (e os afluentes). O Yangtze absorve mais de 40% do lixo da China, enquanto 400 milhões de habitantes utilizam a sua água para beber. 70% das suas águas estarão inutilizadas em 5 anos. A contenção do lodo na barragem provoca problemas a jusante, nomeadamente no delta, uma das áreas mais densamente povoadas do globo - os pântanos encolhem, afectando o eco-sistema do rio e levando ao desaparecimento de espécies (o golfinho Banji foi considerado extinto). O Yantze está "encurralado num ciclo de crescimento" e a China pode estar a hipotecar o seu próprio futuro ao não poder sustentar aqueles niveis de crescimento …
(mais sobre o tema ‘crise’ nas crónicas 10, 13 e 14 de http://cronicasdozezinho.blogspot.com).

segunda-feira, 23 de março de 2009

A publicação de ‘Aventura ao Máximo’

Só no inicio de Março tive acesso a um exemplar do meu próprio livro ‘Aventura ao Máximo’. Devo dizer que fiquei orgulhoso com a edição e encantado com o aspecto, mas decepcionado com o conteúdo. Explico: as fotografias estão tão mal que mais valia não estarem (os originais são de qualidade); os cortes, omissões e alterações ao texto são de tal modo abusivas que não podem ser senão obra de um obsessivo ... (foram alteradas, inclusive, palavras da minha dedicatoria e citações de terceiros !?!; foram alteradas palavras que constituem nuances que apenas devem pertencer ao autor – ‘performance’ por desempenho, ‘resumo’ por suma, ‘kayak’ por caiaque ...; e outras que desvirtuam o sentido da frase – ‘balão de ar ...' por botija de oxigénio …; a mais abusiva talvez seja a de mudar ‘… colaborou com Volta ao Mundo, Mundo Nautico…’ para "colabora nas revistas …"!?!). Na verdade, parece-me que não houve um parágrafo que não tenha sofrido modificações. Não surpreende, pois, que demorem tanto tempo a preparar uma edição. Finalmente, o número de exemplares da edição não consta no próprio livro ...
Tenho recebido feedback positivo de leitores e amigos sobre o livro, mas quase sempre me referem a má imagem das fotografias … Peço aqui as minhas desculpas aos leitores, pois as alterações e omissões efectuadas pelo editor em nada beneficiaram a publicação (pelo contrário, desvirtuam e empobrecem o original do autor) . Ainda assim, o leitor não perde o essencial da informação.
A minha segunda proposta sobre o tema viagens de aventura - ‘Os novos exploradores e a aventura dos sentidos’ (ou Aventura ao Máximo II) está practicamente finalizada. Estou esperançado de que tenha melhor sorte na edição e na promoção …

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Novo livro para breve ???


‘Aventura ao Máximo – os novos exploradores lusos’, está à venda desde 11 de Dezembro ‘08 (duas semanas de atraso em relação ao previsto). Tenho recebido vários mails e telefonemas em que me dizem que não encontram o livro. Bom sinal seria que a edição tivesse esgotado !!! Mas não é bem o caso. A tiragem não foi, provavelmente, muito elevada, e as livrarias mantêm stocks baixos. As encomendas podem ser feitas em quase todas as livrarias (sei que a Bertrand ‘não trabalha’ com a Europa-América), ou directamente em www.europa-america.pt, por e-mail para secretariado@europa-america.pt, ou telefone 21.9267702.
Entretanto, tenho quase terminado (faltam algumas entrevistas e outros detalhes) um segundo livro sobre o mesmo tema: viagens e aventuras. O titulo será: ‘Aventura ao Máximo II – os novos exploradores e a aventura dos sentidos’.
Neste novo volume, apresento novas histórias de exploração e aventura, e procuro a ligação entre as viagens e o sentimento de aventura, propondo diferentes abordagens desta temática, como por exemplo: a utilização das viagens como terreno de eleição para o ‘desporto de intervenção’ e campo favorito para a ‘exploração dos sentidos’… Se no primeiro livro apresentava uma perspectiva evolucionista da exploração e as aventuras mais marcantes e mais ‘hard’ de cada época, neste vou apresentar uma visão mais filosófica das viagens de exploração, a sua vertente ecológica, as motivações e sentimentos subjacentes. Como tal, o novo livro não representará, em absoluto, uma continuação linear do primeiro, ainda que, por vezes, faça alusão a passagens da recolha anterior e actualize alguns textos. Por outro lado, desesenvolvo um pouco algumas das minhas experiências pessoais para ilustrar determinados temas. Falando de grandes viajantes, retrato outras experiências não consideradas ‘extremas’, mas ‘grandes’ em duração, em distância e em quantidade …. O tema ‘Polémicas históricas’ introduz interessantes histórias de viajantes postas em causa, enquanto que em ‘Desporto de Intervenção’, deixo um apelo à Conservação, apenas possivel com politicas de ‘desenvolvimento sustentado’ e não de frenesim de crescimento irresponsável como o que se viveu na última década. No último capítulo, assinalo exemplos da ‘arte da natureza’ e proponho ‘coisas dignas de serem vistas’, e sentidas, por esse planeta fora (montanhas, ilhas, lugares, percursos, destinos, fenómenos …). No fundo, procuro "uma vista-de-olhos fresca sobre este assombroso e pequeno planeta", para ajudar à consciência de que: "A natureza não é um jogo. É um dom"!
Eis o índice:
1 – Introdução
Viagens e Aventuras ao longo dos tempos
2 - Actualidade
Outros feitos, novas histórias
Histórias da neve
Histórias de montanha
Aventuras nos Andes
Epopeias marítimas …
Grandes viajantes modernos
Novas histórias de portugueses
3 – Outras histórias, outros âmbitos …
Polémicas históricas
Desporto de intervenção
4 – O dom da Natureza e a aventura dos sentidos
Dados do Planeta
Os Oceanos da Terra
Os Continentes
Os Desertos
As Montanhas
A Aventura dos sentidos
As Maravilhas do Mundo

Entre os protagonistas das várias histórias, estão: Mattias Giraud, Harry Egger, Joe Redington, Alexandre Mackenzie, Warren Harding, Alain Robert, Marcus Tobia, Erling Kagge, Evelyne Binsack, Doug Scott, La Condamine, Piotr Chmielinski, William Bligh, Robin Knox-Johnston, Lewis Pugh, Martin Strel, Peter Pinney, Dean Karnazes, Ludovic Hubler, Fran Sandham, Thomas Sbampato, Genuino Madruga, João Cabeçadas, Jorge Vassalo, Maria Assunção Avillez, Miguel Arrobas, Nuno Lobito, Nuno Pedrosa, …
Certamente, este novo volume não estará disponivel para venda antes do final de 2009. Apenas posso prometer que continuarei a actualizar estas informações. Espero que o primeiro livro esteja a ser apreciado, como uma compilação fundamental que deve interessar a qualquer espirito aventureiro e viajante em geral …



foto: ilha de Moorea, Polinesia francesa, uma das fotos/destinos do livro

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Finalmente !


Após vários atrasos, parece que ‘Aventura ao Máximo’ vai mesmo saltar cá para fora. A partir de 29 de Novembro o livro deverá estar disponivel nas livrarias, de acordo com a editora. Infelizmente, devido a questões de agenda (adiamentos da editora), nessa semana eu já vou estar ausente de Portugal, até Abril, por motivos de trabalho. Deste modo, e com muita pena minha, não poderei realizar uma série de apresentações publicas previstas (entre elas, uma na Escola Superior de Hotelaria do Estoril e outra na loja Econauta), e nem sequer vou poder ver um exemplar em primeira mão.
As apresentações ficam para outra oportunidade. Na verdade, já tenho bastante avançado um segundo livro, com mais histórias de exploração e aventura, actualizações e análises …

De momento, deixo-vos a provável capa do livro ‘Aventura ao Máximo – os novos exploradores lusos’. Uma excelente montagem da editora Publicações Europa-América. Ver mais em www.europa-america.pt . Desafio-vos a lê-lo, a oferecê-lo e a divulgá-lo. BOAS FESTAS !!!

Qualquer contacto institucional poderá ser feito através do mail: wild-side@clix.pt (ou telefone 93 8608797, sendo que vou estar ausente a partir de 26 de Novembro).

Outros blogs em que participo:
http://icecare.blogspot.com – actualizado
http://viagenseaventurasl.blogspot.com (Montanhas) – actualizado
http://viagenseaventuras3.blogspot.com (Patagónia)
http://cronicasdozezinho.blogspot.com

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Experiências mais destacadas no livro 'Aventura ao Maximo'

As noticias mais recentes da editora - Publicações Europa-América - são de que o livro sairá em Novembro. Ainda não tenho o prefácio bem definido. Se houver por aí alguem, com experiência jornalistica ou em historia ou em viagens, interessado em escrevê-lo ... eu ficaria muito agradecido !

As experiências dos 'novos exploradores lusos' que mais destaquei nos meus textos, foram as seguintes:

- Joaquim Batista Pereira, detentor de uma vitória recorde na difícil travessia do Canal da Mancha a nado.
- António Costa Motta, organizador da 1ª expedição em kayak ao circulo polar ártico.
- Gonçalo Cadilhe, percorreu o mundo por terrra, durante 19 meses. Depois, aravessou todo o continente africano, de sul para norte …
- Elisabete Jacinto, a primeira portuguesa a participar e a concluir o rali Dakar: venceu a Taça de Senhoras em moto e terminou ao volante de um camião, por primeira vez na história do Dakar.
- João Garcia, o primeiro português a alcançar o cume do Everest; já completou a de dez das 14 montanhas de mais de 8.000 metros.
- José Megre, provavelmente o português mais viajado de sempre: visitou 189 países, quase sempre atravessando-os em viatura 4x4.
- Manuel Gomes Martins, o primeiro velejador português a dar a volta ao mundo em solitário.
- Nuno Pedrosa – depois de várias e longas viagens a pé e de bicicleta, atravessou o continente americano, de bicicleta, durante mais de um ano.